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| Fonte: A Tribuna http://www.atribunamt.com.br/?f=ver_noticia&id=23841 | |||
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Dores X Relaxamento
terça-feira, 22 de março de 2011
Equoterapia
O cavalo hoje é grande destaque como instrumento de reabilitação e educação. Este se transforma em um personagem na vida da criança, do praticante, passando então a ser um ponto de contato sedutor com o mundo que o rodeia. A equoterapia não consiste apenas em exercícios de estimulação neuromuscular, visto tratar-se de um método terapêutico que envolve o ser humano por completo. Paciente e cavalo participam ativos dos exercícios. E a equipe formada por fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, pedagogos, instrutores de equitação, são fundamentais para conduzir e levar a bom termo a terapia ao longo do tempo.
Cabe ao psicólogo conhecer todos esses profissionais que estarão trabalhando juntos de forma interdisciplinar, como o cavalo, o praticante, e todo o material empregado nas técnicas e exercícios utilizados na equoterapia. Cabe a ele conhecer também o praticante, assim identificando suas limitações e potencialidades, além de conhecer muito bem o cavalo, suas características, para obter uma visão precisa das coisas possíveis dentro do tratamento. A interação de toda a equipe permite que cada um entenda a abordagem de seu colega, possibilitando assim um trabalho associado.
Toda a harmonia em equipe é muito importante, principal objetivo da atuação interdisciplinar. O psicólogo ajuda na desenvoltura da equipe, com reuniões também, para haver essa harmonia entre todos e obter um ótimo resultado no trabalho.
O cavalo, como objeto intermediador, é a ligação entre o praticante e o terapeuta, entre o praticante e o adulto, etc. Aquilo que o praticante não pode vivenciar, no contato com o cavalo ele irá aprender integrar-se e utilizar na sua estrutura, na sua evolução psicossomática, melhorando a sua autonomia, independência, auto-estima, auto-confiança, objetivos dos terapeutas para com seus praticantes. O cavalo é o ser da confiança e da troca afetiva e corporal; ele dá matéria à nossa busca de identidade. Ele permanece um ser que deve ser cativado e cuja dominação passa, através dele, pela auto- estima de si mesmo. Toda a evocação do cavalo, animal-símbolo, remete a noções culturais profundamente interiorizadas. Ele se torna o nosso outro eu, objeto de nossas projeções, uma resposta viva a nossos comportamentos. Vimos o cavalo como algo que gostaríamos que ele desse para nós ou depositamos nele nossas vontades.
A intensidade das sensações e das emoções provocadas pela abordagem do cavalo, conduzem o indivíduo a um confronto consigo mesmo, que é corporal e psico-afetivo ao mesmo tempo.
A nosso ver, o cavalo, fonte de emoções, é a própria essência do expressivo. E, através das vibrações corporais que o corpo registra, o cavaleiro vive uma experiência que remete diretamente à sua vivência interior, assim, desabrochando, criando e realizando seu próprio bem-estar, pelo viés do cavalo, este seu outro eu.
O psicólogo, trabalha o aqui-agora, o presente, sem ficar muito preocupado em achar um culpado para tal situação, claro que não iremos ignorar o passado e toda a história de vida do praticante, como também todo o histórico familiar.
Não só o psicólogo mas como toda a equipe deve sempre estar atentos quanto aos comportamentos que o praticante irá apresentar, pois este nos dá valiosas informações para podermos dar seqüência e andamento no tratamento, como também o que esperamos dele no futuro(estratégia).
O próprio ambiente da equoterapia irá propiciar ao praticante uma profunda comunhão entre praticante-ambiente, isto é, a natureza.
Na equoterapia, não se consegue separar as funções de cada terapeuta, pois todos trabalham em equipe e claro que todos precisam obter o conhecimento de todas as áreas, para se obter uma terapia adequada em todos os programas de equoterapia ( hipoterapia,educação/reeducação, pré-esportivo). E dentro da equoterapia, esta facilita a organização do esquema corporal, a aquisição do esquema espacial; desenvolve a estrutura temporal; aguça o raciocínio e o sentido de realidade; desperta uma profunda comunhão criança-realidade; proporciona e facilita a aprendizagem da leitura, da escrita, e do raciocínio matemático; aumenta a cooperação e a solidariedade; minimiza os distúrbios comportamentais; promove a auto-estima, a auto-imagem e a segurança, também facilita e acelera os processos de aprendizagem.
Todo o vínculo cavalo-cavaleiro, estabelecido desde as primeiras sessões desenvolve a afetividade, com isso obtendo-se um ganho geral de auto-confiança e auto-estima, sendo assim há um melhoramento nos outros aspectos como o senso de limite e responsabilidade, o relacionamento interpessoal e casos de timidez, retração, hoperatividade, doenças de humor e depressão, entre outras deficiências apresentam sensível progresso.
Os resultados obtidos na psicologia através da equoterapia se deve ao diferencial de utilizar o animal, o que permite trabalhar mais o afeto, autonomia do ir e vir. Toda a sensação de liberdade , de se locomover é fundamental, além disso há o ganho físico proporcionado pelo movimento do cavalo e além do ganho emocional.
A confiança obtida na equoterapia permite acelerar o processo de desenvolvimento de potencialidades, responsável pela integração social e pessoal do portador de deficiências ou dificuldades.
Toda a prática equestre favorece ainda uma sadia sociabilidade, uma vez que integra o praticante, o cavalo e os profissionais envolvidos.
O psicólogo poderá fazer orientações aos pais ou responsáveis pelo praticante, como reuniões, já que estes apresentam muitas dúvidas e expectativas sobre o trabalho.
A equoterapia contribui de forma prazerosa para a aplicação de exercícios de coordenação motora, agilidade, flexibilidade, ritmo, concentração e lateralidade. Desenvolve a sensibilidade física e psíquica, na medida em que exige a constante percepção e reação frente a diversos estímulos. Assim, resultando em maior harmonia e equilíbrio físico e psíquico.
fonte :http://www.equoterapia.com.br/artigos/artigo-12.phpquinta-feira, 3 de março de 2011
A Fisioterapia do Trabalho
A fisioterapia do trabalho é uma área da fisioterapia que atua na prevenção, resgate e manutenção da saúde do trabalhador, abordando diversos aspectos como ergonomia, biomecânica, atividade física laboral e a recuperação de queixas ou desconforto físicos.
Tem como objetivo melhorar a qualidade de vida do trabalhador, evitando a manifestação das queixas e patologias músculos-esqueléticos de origem ocupacional ou não, gerando aumento do bem estar, desempenho e produtividade.
A fisioterapia do trabalho pode avaliar, prevenir e tratar lesões decorrentes das atividades no trabalho.
Algumas atuações do fisioterapeuta do trabalho
1. Prevenção do desconforto ou queixas músculo-esqueléticas nas atividades laborais;
2. Estudo ergonômico do trabalho, junto à equipe de saúde e segurança do trabalho;
3. Intervenções ergonômicas de correção, conscientização ou sensibilização nas empresas;
4. Palestras de conscientização, capacitação e treinamento preventivo de doenças ocupacionais;
5. Orientações posturais e ergonômicas aos trabalhadores, fora do ambiente de trabalho e nos postos de trabalho durante a execução de suas atividades ocupacionais;
6. Avaliação postural e análise biomecânica das tarefas nos postos de trabalho, promovendo a adequação do posto e das posturas para um melhor desempenho;
7. Desenvolvimento de programas de ginástica laboral;
8. Tratamento das patologias ou queixas músculo-esqueléticas, através de ambulatório na empresa ou ambulatório / clínica fora da empresa.
A importância do fisioterapeuta na
implantação e realização do programa:
O Fisioterapeuta na empresa
O fisioterapeuta é um profissional apto a realizar o programa de ginástica laboral, qualidade de vida e prevenção dentro da empresa, na medida em que possui conhecimento em áreas diversas como anatomia, biomecânica, fisiologia humana, fisiopatologia das doenças, atividade física laboral, saúde preventiva, entre outras. Além disso, ele é capaz de proporcionar uma intervenção eficaz para o tratamento das patologias relacionadas ao trabalho, identificando os fatores que podem gerá-las e podendo, deste modo, atuar de maneira preventiva
quarta-feira, 2 de março de 2011
COMO LEVANTAR-SE DA CAMA



Procure sempre levantar-se lentamente, ao invés de fazê-lo de modo brusco com um impulso para frente
Gire lateralmente até ficar deitado de lado, com o braço que está acima do corpo apóie-se na cama ou no chão e transfira o peso para o braço, logo em seguida ajude com o braço de baixo e fique sentado na cama ou no chão, apóie-se nas pernas e fique em pé.
Fazendo isso você evita sobrecarregar sua coluna e transfere o peso do corpo para os braços e pernas.
fonte: http://fisioterapiaquintana.blogspot.com/2009/12/como-levantar-se-da-cama-ou-do-chao.htmlterça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Evolução Fisioterapia

No final do último ano tivemos a oportunidade de mapear as necessidades de nosso público. Através das observações, questões e opiniões levantadas por ele demos mais um passo importante para a evolução do nosso atendimento. Entre conteúdos de natureza material e intelectual, juntos fortalecemos o vínculo não apenas com a Fisioterapia, mas com a Qualidade de Vida e Bem-Estar.
Como aprendemos: "Não basta estar doente para pensar em Saúde"; e esta forma de pensar tem proporcionado a satisfação e o reconhecimento de nosso público, seja cliente, seja espectador.
Que as conquistas não parem por aqui, mas rendam para 2012 muitos avanços.
"Saúde!"
fonte: http://fisioevolucao.blogspot.com/2011/01/evolucao-2011.html
Postado por Dr. Geanderson Rodrigues
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Osteopatia
Etimologicamente Osteopatia provém dos termos gregos Ostión (osso) e Pathos (efeitos que vêm do interior) cujo inverso é Ethos como simpatia e não como patologia médica que é o resultado das doenças. Por conseguinte, Osteopatia é uma denominação correcta que indica a influência da doença, as suas causas e os seus tratamentos manuais, e não uma lesão local de um determinado osso. A Osteopatia estuda os efeitos internos que vêm da estrutura.

É considerada um tipo de medicina alternativa, uma vez que seus princípios não estão baseados no conhecimento da medicina moderna ocidental. Os tratamentos usam uma abordagem holística da saúde, considerando que a capacidade de recuperação do corpo pode ser aumentada pela estimulação das articulações. Na prática, os tratamentos da osteopatia estão enfocados em dores nas costas, pescoço e demais articulações. Princípios
Existem 4 grandes princípios:
1- A estrutura (ossos, músculos, órgãos, etc.) está reciprocamente inter-relacionada com a função (funções dos vários sistemas do corpo humano). O sistema neuro-músculo-esquelético é regulador de todos os outros sistemas. Disfunções dos componentes somáticos podem não ser só uma manifestação de doença, mas um factor que contribui
2- O organismo tem a capacidade de se auto-regular e curar, uma vez eliminados os obstáculos que promovem a doença.
3- O sangue transporta todos os nutrientes necessários ao funcionamento saudável dos tecidos. Uma boa circulação vascular é essencial para o bom funcionamento do organismo.
4- O corpo é uma unidade em movimento. O fluxo nervoso, vascular, linfático, nervoso é crucial para a manutenção da saúde.
O Osteopata possui conhecimentos profundos em várias áreas das ciências médicas, para poder fazer um diagnóstico diferencial e proteger o paciente no caso de patologia conta-indicada , usando o aparelho músculo-esquelético para “manipular” os vários tecidos (ósseo, conjuntivo, neural, etc.) com o objectivo de criar integridade, liberdade e coordenação de movimento, aumentando o fluxo sanguíneo, a drenagem de toxinas e o reequilíbrio de regulação dos tecidos via sistema nervoso.
Da consulta deve-se esperar que o Osteopata faça uma história clínica cuidadosa e um exame médico exaustivo.
É uma terapêutica puramente manual, não é interventiva (não há cirurgia), nem prescrição de fármacos. No entanto, conselhos sobre exercícios, nutrição e postura são quase sempre abordados.
Quando se deve consultar um osteopata?
- Lesões das costas: cervicais, lombares, hérnias, contracturas.
- Lesões desportivas: entorses, luxações, sobrecarga muscular.
- Patologia músculo-esquelética: artroses, artrites, fibromialgia, osteoporose.
- Transtornos da esfera crânio-cervical: cefaleias, enxaquecas, vertigens, tonturas.
- Transtornos digestivos, circulatórios, respiratórios.
- Transtornos nervosos.
- Transtornos psicossomáticos
Libertar essas tensões uma vez ultrapassada a dificuldade permite uma recuperação rápida em todos os planos.
Obs: Esta terapia de ser utilizada somente por proficionais formados aptos pratica-la , a má aplicação da terapia pode causar graves lesões.
